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from Resquícios Cromáticos by O Nó

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lyrics

Se acostumar que a vida não anuncia nenhum final
E mesmo que no auge de fevereiro possa parecer que tudo é carnaval
Algo ali, talvez a chuva já dissesse algo que, àquele tempo,
Fosse visto ou tido como nada mais que natural

Tão breve, talvez
Mas nunca banal
Se adaptar e entender,
Que nada é normal

E amargo, talvez
Mas sempre real
Seguir assim,
Sem medir ou pesar

E nunca foi minha intenção,
Esperar da realidade algo como prazo ou duração
E tudo que aconteceu
Se tornou uma memória sem que eu prestasse atenção,
Mas nada vive, nada morre
Enquanto isso ainda existe, um retrato de um passado
Que não retorna
E agora sigo em frente e espero que você também

Lembranças que vêm,
Vultos do mar
Longe de mim, no mundo, em algum lugar

E o fim de um verão
É sempre igual
Por assim dizer,
Sem mesmo ter final

credits

from Resquícios Cromáticos, released December 4, 2020
Gravado e produzido por O Nó, no quarto do Matheus, com letra de Matheus Perelmutter. Mixado e masterizado por Otávio Bonazzi, com produção de vocais por André Ribeiro.

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